De tudo que entendo deste momento da economia do País onde considero que a população está à mercê de um cassino de crédito que gera dívidas para o cidadão comum e recordes de receita para os cofres públicos sem que se planeje NENHUMA política em NENHUM setor, achei que um fato recente ocorrido em minha empresa tivesse sido o exemplo maior deste descalabro: um cliente adquiriu uma passagem de avião para sua segunda investida na China onde ia negociar a compra de mais uma carga de alho a ser comercializada nas redes - diga-se multinacionais, de supermercados no Brasil.
Convenhamos que não há como não há como, mesmo o cidadão leigo, deixar de se espantar com o negócio não precisando se alongar na argumentação de que este País tem recursos agricultáveis imensos.
Infelizmente este exemplo foi suplantado: um fornecedor da China - novamente a China, acaba de ganhar concorrência para confeccionar as fardas do exército brasileiro e mais....nossa Presidente se irritou, mas se irritou com o fato ainda não ter sido aprovada uma legislação de desse à indústria nacional uma vantagem de 25% nas concorrências públicas o que resolveria o problema, na opinião dela.
No caso, o Governo Federal parece ter uma saída. E no caso do produtor de alho brasileiro? Quem vai comprar seu produto pagando 25% a mais por exemplo?
Lembro aqui que este novo gigante da economia mundial, segundo farta divulgação na imprensa, alavanca seu invejável crescimento atropelando as relações de trabalho - à custa de trabalho escravo, de trabalho infantil e outras transgressões e detonando o meio ambiente.
Porque cargas d'água nos abrimos nosso mercado para a entrada de produtos produzidos nestas circunstâncias???
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