A classe empresarial (elites?) de Maringá representada pela Associação Comercial tem participado ou realizado ações polêmicas no campo político. Nas últimas eleições quis regras para restringir a ação dos candidatos utilizarem espaço público (calçadas e ruas) para pedir votos. Agora participa de um movimento no qual está sublimada a vinculação do aumento de gastos com o aumento do número de vereadores como se por exemplo um maior número de lojas de uma rede seria razão para o aumento da sonegação de tributos. Com esta premissa bastaria então fechar algumas como medida preventiva para acabar com esta apropriação indevida de dinheito público!
Com esta tese - financeira, a classe empresarial passa longe da essência da questão que é o democrático aumento da representação popular no legistaltivo.
Ambas as questões sugerem o cerceamento das liberdades e da representação democrática.
Sou filiado à Associação Comercial e nunca fui consultado sobre estas posições.
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